O poder da vulnerabilidade
Como tornar a sua marca pessoal mais humana em um mundo digital? Na #BrandingTime de março vamos conversar sobre isso!
Hello! Sejam bem-vindas à mais uma edição da nossa #BrandingTime, a nossa newsletter mensal com foco em marca pessoal, para trazer reflexões e insights para você construir uma marca pessoal forte e autêntica!
Vez ou outra, quando tenho um tempo livre, e também paciência rs, eu aproveito para fazer uma limpa nas pessoas que eu sigo no Instagram. Eu acredito que o que consumismo interfere diretamente no nosso bem-estar, na nossa produtividade, na forma como pensamos e produzimos conteúdo, e também, na nossa ansiedade. Então, já que passo muito tempo nessa plataforma, seja por trabalho ou por vida pessoal, eu sou muito cautelosa com o que “deixo entrar”. Sem contar que, quando a gente segue muitas pessoas, nem vamos receber aqueles conteúdos que realmente queremos ver. Então essa limpa me ajuda a deixar mais redondo para acompanhar o que realmente faz sentido pra mim.
E na última limpa que aconteceu essa semana, eu fiquei refletindo sobre influenciadoras e pessoas em geral, por que e o que me fazia consumir certas pessoas?! E o que me cansa em outras? E esse é o tema dessa edição da #BrandingTime.
Vulnerabilidade.
Acredito que essa é a palavra para a verdadeira conexão entre pessoas.
Eu já comentei diversas vezes nos meus conteúdos, tanto no Instagram quanto em outras edições da News, que eu acredito muito no poder da nossa própria história e que ela é o nosso maior fator de autenticidade. Todos nós passamos por momentos de alegria, de tristeza, de vitórias, de derrotas, de decepções, de realizações e tantos outros, mas a maneira como passamos, as emoções que sentimos e a forma como lidamos com cada circunstância é única, e é o que faz de nós, nós próprias.
Porém, nas redes sociais, sinto que as pessoas só querem mostrar o lado perfeito, a vida que vive em “alta” e ostentar o sucesso diário como se as coisas acontecessem sempre rápido, fácil e frequente. Talvez, esse seja um dos grandes motivos que o TikTok ganhou uma enorme proporção, e hoje vejo muitas pessoas migrando tanto de produção quanto de consumo de conteúdo pra lá: na rede vizinha, quanto menos perfeito, melhor vai ser. Quanto mais vida real, mais engajamento e entrega.
Mas mesmo no Instagram, o que me faz querer continuar consumindo uma certa pessoa, é uma boa dosagem de vida real.
E esse, pra mim, é o grande segredo de uma marca pessoal de sucesso!
Saber dosar o conteúdo que traz autoridade, contar sua evolução e suas realizações, à medida que também traz realismo e vulnerabilidade.
Pensa comigo, se você pudesse elencar um TOP3 das pessoas que você mais acompanha nas redes sociais: o que te faz querer consumir os stories delas todos os dias?
Por isso, não olhe para a sua vulnerabilidade como um defeito que você não pode compartilhar. Use isso a seu favor e tenha-a como aliada na sua comunicação e construção da sua marca pessoal. Tendemos a achar que mostrar fraquezas nos tornam menos “poderosas”, porém, exige muita coragem e muita força para se expor, e mais ainda, expor aquilo que é um desafio para nós.
Foi por isso que eu escolhi abordar o tema de saúde mental, ansiedade e equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional, porque eu já passei por crises de ansiedade pesadas – a nível de ir para o hospital – (quem me segue há um tempo, sabe que eu contei das minhas crises, porém, graças a muita terapia, desenvolvimento pessoal e autoconhecimento, esse ano comemorarei 2 anos sem nenhuma crise), e falar sobre isso não me torna menos profissional ou menos capacitada de cuidar das marcas dos meus clientes com o maior empenho.
Na verdade, isso me torna humana!
E conecta.
E hoje, os meus clientes, mesmo os donos de grandes negócios, são pessoas muito humanas porque são elas que se conectam comigo. E são essas pessoas que eu quero trabalhar.
Eu não quero ninguém que me trate como um robô e que não irá respeitar circunstâncias da vida, eu quero pessoas que tem valores ao meu lado, e que a gente vai ter uma relação próxima. Isso é o que faz sentido pra mim (que pode ser diferente pra você e está tudo certo).
O que eu quero te dizer é que ser real – na dosagem certa – é um elemento chave para desenvolver uma marca forte, com reputação, mas também com um lado humano e conectar com os seus clientes desejados – tudo depende da vulnerabilidade e equilíbrio com que isso será feito.
Só tenha em mente que essa vulnerabilidade não pode ser algo que irá gerar uma desconfiança na sua capacidade de entregar os resultados do seu trabalho, ok?
Finalizo a edição da BrandingTime de março com esse desafio: comece a compartilhar as suas histórias. Traga dificuldades e aprendizados, para além de mostrar os seus êxitos. Faz esse teste, e depois me conta.
Nos vemos em abril!
Uma marca forte se diferencia pela sua essência.
Com amor,
Flavia Brito



